terça-feira, 7 de abril de 2009

REGISTRO PROGRAMAS COMPUTADOR

O INPI, órgão responsável pelo registro de software no Brasil alterou os procedimentos pela Resolução 201/09.

A falta do registro de software embora não seja um procedimento obrigatório é fundamental para assegurar direitos sobre o desenvolvimento do programa resultado do talento da equipe envolvida e inúmeras horas de trabalho.,

Este procedimento nem sempre é observado pelos desenvolvedores o que ocasiona maiores dificuldades para assegurar a titularidade em disputas judiciais sobre o tema.

A partir desta Resolução, as informações referentes a solicitação do registro do programa de computador podem ser entregues no INPI em CD ou DVD. Anteriormente as informações eram encaminhadas em folhas de papel.

Em caso de dúvidas sobre como registrar o seu programa de computador de INPI entre em contato conosco para mais esclarecimentos.

Fonte: DNT-Alexandre Atheniense

LISTA NEGRA DEVEDORES RECEITA FEDERAL

A partir de 1 de julho, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) passará a publicar em sua página na internet uma lista de devedores de impostos federais que estão sob cobrança na Justiça. O estoque dessa dívida ativa da União é de R$ 651 bilhões. Estima-se que a lista contenha nomes de cerca de 2 milhões de devedores.

Existem algumas exceções quanto a inserção na lista, vejamos:

Os débitos junto à Receita Federal, por exemplo, ainda não inscritos na dívida ativa (aquela que passa para a esfera judicial após esgotadas as instâncias administrativas de cobrança) e anteriores ao processo de execução, não poderão ser divulgados e ficam protegidos pelo sigilo fiscal.

Quem garantir a execução fiscal (nomear bens à penhora) ou conseguir decisão judicial suspendendo a cobrança, terá o nome fora ou sequer incluído na lista.

A lista, porém, divulgará nomes e dados dos processos, sem especificar o valor de cada débito.

Esta medida da Fazenda gerou grandes controvérsias.

Mesmo considerando a legalidade da medida, alguns advogados tributaristas entendem qeu tal ato seria autoritário porque visa o constrangimento dos devedores por meio da divulgação pública.

Só não serão incluídos na lista os devedores que conseguiram, na justiça, decisão que suspenda a exigência de pagamento da dívida. A Portaria que disciplina a divulgação da lista dos devedores e as regras de exclusão de nomes foi publicada ontem no Diário Oficial da União. A relação de devedores ficará exposta em um link do site da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional(PGFN) na Internet.

A defesa do Governo busca adequar o tratamento desta lista aos casos em que as empresas divulgam lista dos devedores nos bancos de dados de cadastro negativo, como Serasa e o SPC.

Entretanto, entendo que se esta exposição causar algum dano concreto ao devedor o mesmo poderá buscar a alternativa judicial para a retirada da divulgação do seu nome da Internet ou quem sabe até mesmo a reparação indenizatória.

Fonte: DNT-Alexandre Atheniense

BANDA LARGA NA REDE ELÉTRICA

Anatel aprova uso de rede elétrica para acesso em banda larga
A grande vantagem da rede de energia é a cobertura, já que ela alcança 97% da população brasileira
Zulmira Furbino - Estado de Minas
As operadoras de telefonia vão usar a rede elétrica para acesso à internet em alta velocidade (banda larga). A infraestrutura das distribuidoras de energia em todo o país poderão ser alugadas pelas companhias telefônicas, que ofertariam o serviço. As regras para o uso da rede elétrica foram aprovadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Para iniciar a operação, porém, as empresas ainda deverão aguardar a regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), cuja proposta está em consulta pública e só será concluída em 31 de maio. A Cemig, por meio de sua subsidiária de telefonia, Infovias, já decidiu que vai colocar a rede de distribuição, que atende 6,5 milhões de clientes, a serviço das companhias telefônicas, mas a operação comercial só deverá ser viabilizada em dois anos, disse ontem o superintendente técnico da empresa, Ivan Soares Ferreira.

Emília Ribeiro, conselheira da Anatel, acredita que a medida deverá estimular a competição no mercado e incentivar a expansão dos serviços para todo o país. “Estamos fazendo a universalização de uma outra forma. Vamos alcançar a inclusão digital e social nas pontas”, disse. Segundo ela, o regulamento entra em vigor até quarta-feira. A velocidade de conexão desse tipo de tecnologia já começa com 20 megabits por segundo (Mbps), bem acima da capacidade dos serviços oferecidos hoje, que em geral vão até 10 Mbps.

Tecnicamente, as redes das distribuidoras de energia elétrica estão prontas para prestar o serviço. Seria necessário fazer algumas adaptações de baixo custo, como instalar roteadores nos postes para direcionar a transmissão de dados. O cliente, por sua vez, precisaria ter um modem, na casa ou no escritório, parecido com os aparelhos que as empresas de telefonia ou de TV a cabo usam para fornecer acesso à internet. A grande vantagem da rede elétrica sobre outras redes é a cobertura, já que ela alcança 97% da população brasileira. Hoje, apenas 5 milhões de pessoas ainda não têm acesso à energia elétrica no Brasil. Pelo programa do governo Luz para todos, esse déficit deverá ser zerado até o fim do próximo ano.

Segundo Ivan Ferreira, no caso da Infovias, o único investimento a ser feito será o referente à aquisição de equipamentos. “É uma grande oportunidade. Vamos investir na tecnologia PLC para prover banda larga para os clientes, via operadoras de telefonia”, sustenta. Segundo ele, hoje a empresa já presta serviços similares por meio de cabos de fibra ótica e da rede de TV a cabo, que aluga a rede da Infovias. Ainda não há entendimentos sobre o preço do serviço. A Aneel pretende exigir que a receita adicional das distribuidoras com o aluguel dos fios seja usada para baixar tarifas de energia.
Fonte: UAI

quarta-feira, 25 de março de 2009

BIRÔ DIGITAL-TRT/PB-SERÁ MODELO

Tecnologia modelo

Tecnologia desenvolvida na Paraíba será usada em todo o Brasil

A tecnologia do Birô Digital usada no TRT/PB servirá de modelo para ser implantada em toda a Justiça do Trabalho do Brasil. Integrantes da equipe de Requisitos do Suap Nacional - Sistema Unificado de Acompanhamento Processual-, representado pela diretora de Vara, Lara de Paula Jorge e coordenada pelo diretor de TI do TRT de Campinas, em SP, Marcos Antônio Camilo de Camargo visitaram o TRT/PB para conhecer a tecnologia.

Os representantes do Suap Nacional conheceram o funcionamento do Birô Digital – recurso do Suap que permite a inclusão, alteração e despacho de peças eletrônicas nas Varas e do TRT, e estiveram em Santa Rita, onde funciona o primeiro Fórum trabalhista totalmente eletrônico do país.

O diretor da Secretaria de TI do TRT/PB, Max Guedes Pereira ressalta que este é "mais um reconhecimento ao nosso Suap e às Varas Eletrônicas".

Representação Nacional

O servidor da Secretaria de TI do TRT, Agenor da Costa Júnior, foi convidado a integrar a Equipe de Requisitos do Suap Nacional. O convite foi feito pelo integrante da Equipe, Marcos Antônio Camilo, que esteve na Paraíba para conhecer o Birô Digital e o funcionamento das Varas Eletrônicas de Santa Rita. Para Marcos Camilo, "agregar ao projeto as experiências de Agenor trará enormes benefícios ao novo sistema e a todos que dele farão uso", disse, destacando que, mesmo com a abrangência nacional do projeto, será muito benéfico para o TRT/PB ter um representante participando do desenvolvimento do sistema.

O integrante da equipe revelou ainda que a participação de Agenor Costa na Equipe, além do conhecimento a ser adquirido, será muito importante no caso de uma migração de dados. "Ele terá a possibilidade de incluir no projeto detalhes que poderão facilitar sua implantação no Regional. Participar da Equipe e Requisitos significa dedicação integral ao projeto", observou.

Marcos Camilo, revelou que vai sugerir à CAPI que autorize o desenvolvimento de funcionalidades que o sistema utilizado na Paraíba disponibiliza através do Birô Digital. Para isto, pediu a Secretaria de Tecnologia da Informação que remetesse cópias das telas do Birô, e as outras do sistema, que são acionadas a partir dele em arquivos PDF. 

Fonte: Migalhas 25/03/2009

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terça-feira, 24 de março de 2009

ACERVO DA VEJA DIGITAL

Bela iniciativa!

Acervo da Revista Veja, desde a edição nº 1.

 Veja abre todo acervo de 40 anos na internet

A revista Veja está disponibilizando gratuitamente todo o acervo dos 40 anos de vida na internet, trabalho este estimado em R$ 3 milhões de reais.

Internautas poderão acessar todas as reportagens, entrevistas e até mesmo anúncios já publicados em 40 de existência da revista Veja. Todas as edições, desde a primeira, em 11 de setembro de 1968, poderão ser lidas e consultadas em 

www.veja.com.br/acervodigital 

"A idéia é democratizar o acesso à história recente do país e do mundo", diz Yen Wen Shen, diretor da Veja. "Essa iniciativa coloca VEJA ao lado dos maiores acervos digitais do mundo e em condição única no Brasil."

O acervo digital VEJA segue a estrutura da própria revista, ou seja, o usuário navega na web como se estivesse folheando a publicação. 

O conteúdo apresenta as edições em ordem cronológica e conta com um avançado sistema de busca desenvolvido pela Digital Pages especialmente para VEJA. Este sistema permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias.
Assim, basta o internauta digitar uma palavra-chave que automaticamente a ferramenta pesquisa em todos os textos de VEJA. Além disso, o usuário também terá acesso a um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos sobre o Brasil e o mundo. Será possível, ainda, navegar pelas capas, entrevistas,  reportagens e anúncios publicitários, sempre visualizando a reprodução do material original.

Revista digital
Resultado de 12 meses de intenso trabalho, o projeto foi desenvolvido por VEJA em parceria com a Digital Pages, empresa responsável por estruturar a digitalização de cada uma das mais de 2 mil edições e convertê-las em revistas digitais.
Dado o porte do projeto, uma equipe de 30 pessoas foi montada para cuidar desde o desgrampeamento das edições impressas até a publicação dos quase nove milhões de arquivos que compõem o acervo.

"Como os exemplares em papel não poderiam ser inutilizados pelo processo de digitalização, o fluxo de trabalho contrapôs ciclos de uma sofisticada linha de produção industrial com procedimentos extremamente artesanais, como o nivelamento de página por página por meio de ferros de passar roupa antes do escaneamento", explica Shen.

GOOGLE SERÁ INVESTIGADO

O Centro de Informação de Privacidade Eletrônica, nos Estados Unidos, pediu na terça-feira que a Comissão Federal do Comércio investigue questões relacionadas a privacidade e segurança em serviços online oferecidos pelo Google, como o Gmail e o Google Docs. Segundo o jornal The New York Times, o grupo também quer a transparência das políticas de segurança do Google - e pede que, enquanto não fizer isso, a empresa seja impedida de oferecer tais serviços.

Marc Rotenberg, diretor do grupo de defesa da privacidade, diz que a preocupação se estende a todos os seviços de computação em nuvem - como os oferecidos pela Microsoft e pelo Yahoo, por exemplo - mas que o Google foi escolhido como alvo por ser pioneiro nessa área.

O grupo alega que, apesar de garantir aos usuários que seus documentos hospedados nos servidores do Google estão seguros, nos termos de serviço a companhia “não garante nem se responsabiliza por danos que possam resultar de negligência, descuido ou má intenção da empresa, ou mesmo da desconsideração de obrigações legais para proteger a privacidade e a segurança de dados dos usuários.”

Também são usadas como argumento falhas de segurança descobertas nos serviços do Google em 2005 e 2007, ainda que não se saiba se as falhas foram exploradas por alguém.

O New York Times disse que Adam Kovacevich, porta-voz do Google, declarou que a companhia tem políticas e procedimentos que garantem altos níveis de segurança aos usuários desses seviços. “Estamos conscientes da importância para nossos usuários de seus dados e assumimos essa responsabilidade com muita seriedade,” afirmou.

Redação Terra

Fonte: DNT -  O Direito e as novas tecnologias (Alexandre Atheniense)

GOOGLE LATITUDE

Cada lançamento de um recurso tecnológico temos a nossa privacidade cada vez mais exposta.

Inicialmente, os programas de monitoramento são vistos como novidade e por isso conseguem diversos adeptos.

Entretanto, é importante lançar um olhar crítico para tais novidades para que não haja consequências inesperadas.

Esse é o caso do Google Latitude.

Em uma reportagem especial do portal G1,  foram escutados especialistas de diversas àreas sobre como o uso do Google Latitude influencia a privacidade do usuário, sobre a utilidade do aplicativo e sobre os riscos do Google Latitude.

O QUE É O GOOGLE LATITUDE? 
O Google Latitude é um localizador de pessoas online. O usuário se cadastra a partir do número do celular e compartilha o lugar onde está com os amigos e pode ver o lugar onde os amigos estão. O usuário pode habilitar ou desabilitar o serviço e ainda mentir sua localização.

Fonte: DNT - O Direito e Novas Tecnologias (Alexandre Atheniense)